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"TEMPOS MODERNOS"


 
Em plena crise financeira
Todo mundo se encontra num dilema:
"Gasto algum dinheiro
Ou cancelo o cinema?"
 
O governo salva rombos
De bancos fraudulentos
Montadoras
Compradores de imóveis
Enquanto o CEO
Pede perdão
Canastrão!
Cara-de-páu lustrada com óleo de peróba
É mais um ricaço
Que só aproveita e rouba
 
Milhões, bilhões, trilhões de dinheiro emprestado
Dos coitados que pagam os impostos
Que rezam todos os dias
Uma dúzia de padre nossos e vossos
 
A ganância foi longe demais
A resolução desta muvuca
Parece não chegar jamais
 
Mais uma vez
O ditado é certo:
"O mundo é do esperto!"
O honesto é sempre feito otário
Tá sempre prá trás do salafrário
 
Gente que sempre anda na linha
Vive só sonhando com o que tinha
Os que tem dinheiro
Prá bancar um monte de "adevorgado"
São os que escapam da malha fina

O resto tem que viver
Sob a luz de parafina
Porque o ordenado no fim do mês
Não paga nem a conta de luz
Tão pesada é esta cruz!
 
Os poderosos mexem
As peças do xadrez
Os pobres acabam sucumbindo aos montes
De uma vez
 
Quanta injustiça!
O negócio é ter uma mãe rica ... postiça!
 
(Simone)

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